- você não me irá derrota – me afastei – papai.
Ele caiu no chão. E encontrou as mãos no chão.
- você será minha rainha ou será morta – o chão começou a tremer –
Voei para cima e escutei uma voz grita de dor.
- você não me derrota – voei para cima dele – meu pai espero que nós vivemos.
- seja minha rainha – me empurrou –
- não – discordei o levantando para o ar–
“novo poder. legal” Pensei.
- você acha que vai me vencer assim?! – riu me sufocando – esse é o poder da mente.
Larguei o no chão e cair. Tentando chegar perto dele vir o mithel debaixo da pedra.
- se é meu verdadeiro pai. Eu não pisarei ser sua rainha e sim sua herdeira – tentei abraça-lo mais me jogou contra a parede – você não devia ter feito isso.
Tentei me levantar mais não conseguir
- agora é a hora – gritou –
Veio até em mim e me segurou pelo pescoço.
- eu decidir fazer algo diferente – segurou outra mão em minhas asas – você usará só os dentes.
- não! – gritei ao sentir a dor –
- é melhor parar – avisou uma voz - ou eu terei que acabar com você.
- esse bla... Bla... Bla não me convencer – riu alto – meus ajudantes. Fazem o de melhor.
Era o Justin. Os vampiros chegaram e correram rápidos atrás dele. Ele conseguiu fugir voando pais havia asas. Ele estava sem blusa e com uma calça preto brilhante e suas asas pratas.
- riu – vocês não sabiam dessa, né manés?
Estava quase desmaiando quando sentir algo pegar fogo em meu corpo. Ele me soltou.
- você me queimou – mexeu a mão –
- é!- concordei e concluir – isso é o meu vencer, É minha vitória é o meu amor.
- ninguém vence um vampiro – disse orgulhoso –
- pois é sou uma vampira – me levantei –
- vamos derrota juntos – Justin e eu demos a mão – pense no que penso.
Pensei e conseguir. “pela força da agua da paz, nada além do amor entre fadas nos podem derrota” pensou e fechou os olhos. Fiz o mesmo. Uma luz forte acendeu em nos que fez eu cair.
- o que foi? - se assustou e me ajudou a levantar –
- não posso ficar perto do fogo por bastante tempo, sou meia vampira – expliquei –
Jogou Justin para longe.
- joguei a no fogo – mandou e olhou para mim – essa é sua deixa!
- é mesmo?! – perguntei pensando – acho que não papai.
- o que pensar? – chegou perto –
- me de suas mãos – respondi ao darmos a mão – isso.
Pegamos fogo. Isso eu pensei que se eu morrer, ele também morrerá. Juntos pai e filha. Nós caímos no chão juntos. Eu o fitei.
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