Aquela palavra “mágico” me assustou como me arrepiou.
- que bom – ele mentiu sabendo do que tratava –
Ele saiu do barco pulando sobre a rocha em frente.
- venha irei te segura – me chamou me deixando segura – sou bom de pegar.
- como você sabe? – perguntei achando que altura estava um pouco alta –
- confie em mim – seguro disse – uma vez.
A última frase soou em meu coração. Confiei. Fui até a ponta do
Barco e passei por cima da borda prateado e pulei. “é verdade” aquele pensamento me fez acreditar ainda mais nele. Cada vez achava que estava errada em não confiar nele.
- agora pode me largar – olhei para ele enquanto me colocava no chão –
- esta segura – segurou em minha mão. Não soltou. Sorriu –
- É maravilhoso – olhei a cada canto do lugar –
- quero ter fazer uma pergunta – parecia que não estava confiante. Antes de continuar eu o interrompi –
- pergunte. Não tenha medo. Eu confio em você – disse tentando deixar o confiante –
- eu te trouxe aqui por que estava confiante a te levar para o lugar que me fez um monstro sem vida – disse e concluiu – eu te trouxe porque tinha frieza no coração.
Eu estava com medo e confusa no que estava acontecendo. Será que ainda estava dormindo no carro? Ou estava acreditando que ele era um vampiro.
- não vai dizer que você é um vampiro? – perguntei ao ver ele pálido – você é?
- é como fosse – me assustou – eu sou um infinito.
- já li sobre vampiro mais infinito não – disse confusa –
- o infinito é uma pessoa que ficar num mundo infinito aonde há o senhor dos infinitos que se chama Mó, ele comada como fosse o pai. Nós somos perfeitos nós não podemos viver muito tempo no mundo de vocês por que nossos alimentos são sangue e morremos ser não tomamos um substância com o gosto de sangue. Nós podemos ser mais controladores dos que os vampiros. samos chamados de monstros perfeitos.
- e pra que eu? – perguntei em duvida –
- você foi a escolhida para ser a rainha dele – sério concluiu – mais vamos embora. Desculpe.
- não precisa – toquei o no rosto – eu que devo ser desculpa. Eu sempre confiei em você só estava tentando fingir em mim mesma que não confiava.
- pensei que você ia me dar uma bronca daquela – riu e me puxou entre seus braços – vamos sair antes que ele saiba que te trouxe.
- meus parabéns mithel – disse uma voz masculina – solte-a.
- eu não - segurou me e correu – não
O senhor me agarrou, mais o mithel tentou tira de p erto.acabei caindo entre as pedras. eu devia ta perdendo sangue além de estar quase inconsciente conseguir ver um pouco o que estava acontecendo.
Ele tentava morde o mithel enquanto ele estava no chão. Até tentei dizer não. Logo em seguida desmaiei.
Nenhum comentário:
Postar um comentário