Vi o mithel em frente ao portal. Estava acompanhado com uma garota ruiva, esbelta, de olhos vermelho escuro.
- o que faz aqui? – perguntou supresso – como entrou aqui?
- conheci um amigo – puxei o Justin pra meu lado – esse é o Justin. Ele que me trouxe.
- o que eu disse?! – perguntou afirmativamente –
- você não me manda mithel – me virei pro Justin – vamos.
- espere – segurou-me no braço –
- não! Me larga – ele não pois a soltar –
Justin tentou me ajudar mais ele empurrou-o e a garota o atacou.
- pare... Pare... Pare – gritei desesperada – não o machuque.
Ele me largou e pediu que ela para-se. Fui atrás e dei um abraço, e o ajudei a levantar.
- vamos – disse e olhei para o mithel – não me procure.
Saímos pelo portão que é debaixo do rio. Tinha fechado os olhos só abri quando estava com a cabeça fora d’agua nadei até a borda e sair da água e Justin ofereceu a mão. Eu aceitei. Ele me fitou.
- 0 que foi? – perguntei tímida pelo olhar dele –
- ele o mithel – respondeu –
- o que tem ele? – perguntei –
- eu o conheço – sentou-se na pedra – mais é melhor se afastar.
- por quê? – perguntei inconformada –
- sei que o amar, mais ele te levará para uma furada – respondeu e concluiu – ele é do mal.
- se ele fosse ele me levaria pra lá. Ele me disse que é perigoso. Eu nego isso até o fim – discordei –
- esta bem – desistiu –
Passou os dedos em meu cabelo tirando suavemente do rosto chegando a sua face á minha para me beijar mais me afastei.
- me levantei – amo outra pessoa.
- sei – se levantou com olhar triste –
Afastei me indo para o barco que não saíra desde aquela hora.
- eu te ajudo – me levantou –
- obrigada – entrei no barco –
Aquela foi a ultima palavra naquela conversa tensa e rápida.
Nem ser quer olhamos um para outro. Chegamos até a superfície, o mithel compareceu e me ajudou a descer.
- o que faz aqui? – perguntei supressa –
- riu – você me ama.
- eu ainda te amo – fiquei angustiada – mais você não.
- eu te amo mais do que tudo – chegou mais perto –
- me afastei e me virei – vamos Justin.
- eu te abandonei por causar do senhor – me segurou – você viu!
Fingir que não me virei. Abracei o Justin e quase chorei. Ele retribuiu o abraço. Eu ainda estava magoada por ter me largada.
Nós saímos dali sem olhar para trás. Ele me levou em casa onde estava tranquila. me deite no sofá da sala mas decidir subir para o meu quarto. Deitei-me sobre a colcha da cama e em seguida Justin sentou em meu lado, me confortou em seu peito e seu abraço. Acabei dormindo.
Acordei e ele não estava mais comigo. Desci. Fui para a cozinha. Estava faminta. E o vi fazendo algo para comer.
- sentei-me na cadeira em frente a mesa – bom dia.
- bom dia – me beijou na testa – estou fazendo omelete.
- cheirei – por isso o cheiro esta tão boa.
- só diz quando prova. Abre a boquinha – abria a boca e provei -
- hum! – aprovei – muito bom.
- obrigado – agradeceu e sorriu – já vou colocar no prato.
Ouvi algo e me levantei. Fui para janela.
- está ouvindo algo? – perguntei -
- não – respondeu –
Sair da janela e fui até a porta. Quando estava quase abrindo o Justin veio e fechou.
- é perigoso – ficou sério e riu – vamos tomar o café.
Irmos tomar o café á companhia tocar. Não demorei. Abrir. Era uma senhora com cabelos grisados, de um vestido preto que nem dava para ver o sapato.
- oi, eu sou a nova vizinha do final da rua – sorriu e se apresentou – sou a Mila.
- entre. Seja bem vinda – sorri – eu sou starla e ele é o Justin.
- oi – apertaram a mão –
Todos sentaram no sofá.
- a senhora quer tomar café conosco? – perguntei e me levantei e fui para a porta da cozinha –
- não já estou saindo só vim dar esses biscoitinhos – deu em minha mão um Poti que não tinha reparara –
- muito obrigada – disse –
A Mila se levantou e foi até a porta e a seguir.
- já vou, mais se precisa é só me ligar – disse e pegou um papel – aqui está.
- vou te acompanhará ate o portão – andamos pelo jardim num silêncio – tenha uma boa tarde.
“muito esquisito se não me lembro de tinha trancado o portão” pensei.
Na casa fui direto para a cozinha. Vir a mesa toda arrumada para um café a dois.
- está lindo – elogiei –
- sentar – sorriu ao me ajudar a sentar –
- obrigada, cavalheiro – agradeci olhando para ele –
- de nada princesa – fiquei angustiada e sorri fingindo –
- não precisa fingir que o ama – avisou – melhor você ir atrás dele.
Pegou uma torrada e mastigou e voltou a falar.
- você nunca me amaria – sorriu e veio até a mim – levantar.
Levantei.
- você amar o total sobrenatural então corra – me abraçou –
Eu entendi o que queria dizer então abri a porta e sair correndo, pois não queria perde-lo.
Perto do rio vi a Mila entra na água e a seguir. achei estranho. “ela conhece o por... por... tal” Pensei e pensei no que ela era.
Ela foi para um lado que não conhecia. Era um lugar escuro feitos de plantas negras e plantas carnívoras. De arrepiar.
Quase não seguir em frente. Mais estava perto do castelo com crânios e tubarões nos lagos no lado do portão. Corri para acompanha-la.
No castelo me escondi atrás uma parede e observara aquele lugar cheio de velas e crânios nas paredes cheios de teias de aranha.
Ela está se transformando em ele. “é homem?!” pensei.
- por que não se mostra querida starla – disse ao me achar –
“estou morta, ai ... ai ... quem me salvará” pensei tremar.
- venha não tenha medo – disse uma voz –
mas genteeeee :O to assustada.
ResponderExcluiraaaaah será que é o chefão da mafia toda? kkkk'
Assim, como eu disse anteriormente, os verbos não conjugados me incomodam um pouco, mas fora isso a historia ta boa.