Depois daquele dia o encontrei novamente.
- será que você está certo? – perguntei ao encontra-lo –
- oi! É estou certo – respondeu –
Quase todos os dias estavam nós encontramos. E decidir chama-lo para ir ao restaurante.
- quer ir almoçar comigo? – perguntei –
- não hoje! – respondeu e ofereceu outro lugar – que tal num lugar que adoro?
- está bem – aceitei –
Dali vamos até a moto com a cor vermelha e prata brilhante dele, e seguimos em frente. Umas duas horas chegamos ao um lugar que nunca ouvi falar ou ter visto. O céu azulado como um rio transparente, a terra de pedras floridas de margaridas, rosas brancas e de umas que nunca a vi antes que era parecida com nuvens com um sol no centro.
- magico! – disse ao subir na pedra –
- é – concordou e concluiu – é um lugar desconhecido para todo a menos a mim e você.
- esse lugar?! Não foi achado pro ninguém! – exclamei e perguntei – como?
- esse lugar está no portal de um rio – respondeu –
“isso me lembrar de algo” pensei.
- eu dormi ao entra num barco? – perguntei desconfiada –
- não precisou de barco – respondeu e tirou qualquer duvida –
Eu só tão rápido na moto que conseguir passar pela água. sim você dormiu.
"agora tô achando” pensei no lugar magico do mithel a comparado com a desse –
- esse lugar chama-se infinito? – perguntei –
- eu não o chamo assim – respondeu – eu chamo de mágico.
- por quê? – retruquei –
- porque tem anjos do bem, e que tem asas – respondeu orgulhoso –
- você é um? – perguntei –
- não, mas fui criado por eles – respondeu – vamos irei ter mostra a mãe de todo.
Assim vamos pelo caminho das flores. Ao longo chegamos a um castelo feito de cristal branco com pedrinhas vermelhas. Magico.
- como você ta imaginando o castelo? – perguntou a mim –
- como assim? – retruquei –
- esse castelo é mágico. O que você pensar no fundo do coração é o que ver – disse ao me chamar para entra –
Não sabia o que fazer a nem as referências para uma rainha. O que ele iria fazer eu ia repetir.
- Vangel, essa é uma... – interrompeu-o –
- já sei uma humana – levantou-se numa poltrona vermelha com asas atrás enorme – você é perfeita.
uma mulher maior do que aparente de quatro metros com um longo vestido branco com mangas aberta, tem um cabelos longos até o chão brancos e que brilhava, olhos igualmente a cor do cabelo, e bocas avermelhados que deixava diferencias.
- eu não, mas sim tu, moça – disse ao não saber como a chamar –
- ser desejar, será igual a mim – disse ao tocar em meu rosto – eu vejo bonequinha.
- me perdoe. Mais não quero ser como você – avisei –
- eu te entendo jovem – disse ao sorri –
- agradeço – agradeci por nada ter acontecido –
- meus jovens não a deixem pega-la – avisou aos mortos-vivos – eu irei ver algo.
Saiu da sala e entrou num portão atrás da poltrona que estava. Enquanto ela não voltava todos me olhavam de maneiros supressos e curiosos, até um venho perto de mim. Mas Justin interrompeu-o.
- não – cheguei mais perto –
Ele entendeu e o deixou vir até a mim. Tocou-me, cheirou e me impressionou quando encontrou o seu ouvido no meu peito para ouvir o meu coração.
Olhei para o Justin.
- eles são anjos desde nascidos, é estranhos mais eles não tem coração – disse e afirmou – eu morei desde criança aqui.
- então você é humano? – perguntei –
Me puxou.
- pela metade – respondeu e explicou – ela é minha mãe e meu pai, ele faleceu com a sua esposa.
Soou triste a voz dele.
- sinto muito. Eu também perdi – meus olhos se encherão em lagrimas –
Abraçou-me. Um tempo a mãe dele apareceu em minha frente.
- o que foi? – olhou para ele –
- saudades – respondeu –
Como se esquecesse mudou de assunto.
- leve ela daqui – a porta se abriu – já!
Ele me deu a mão e saímos.
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